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INDICE
CAPITULO I
A emigrao de trabalhadores para o Brazil e os salarios de c e de l. Os artistas e os salarios. O lado economico. O clima aos olhos do homem pratico e do homem de sciencia. O clima e a febre amarella. A mortalidade de Portugal e Brazil comparada. A ambio causante principal da emigrao. Remedios ao mal. A escolla. Colonias no Alemtejo. A inspeco da emigrao. A liberdade perante a emigrao. Portugal, Belgica e Hollanda. A riqueza do solo e suas respectivas populaes comparadas. Terrenos incultos.
CAPITULO II
Os advogados da emigrao e a companhia Transantlantica. Remunerao ao trabalho. O custo da escravatura preta e o custo da escravatura branca. O definhamento da agricultura no Brazil, por causa da falta de braos. Erros do jornalismo a respeito da emigrao. O Diario de Noticias e o sr. Ferno Vaz e o drama Os Aventureiros. Um livro a favor da emigrao e o auctor das Farpas. Elogios e sensuras. A praa do commercio do Porto e uma penna de ouro.
CAPITULO III
As falsas doutrinas sobre emigrao. A nova terra da promisso, ou o paiz de romanos. Rocha Pitta e Augusto de Carvalho. O escravo e a sua emancipao. As leis brazileiras sobre colonisao. A legislao n'outros paizes. A religio brazileira contraria emigrao europea. A reforma religiosa nos seculos XVI e XVII concorreu para o engrandecimento dos Estados Unidos da America. Os jesuitas e a escravatura na America do Sul. Os jesuitas e os bandeirantes. Nobrega, Anchieta e os indios. Desmandos dos jesuitas. Contradices. Os hollandezes em Pernambuco. Heroes, traidores e authomatos na restaurao de 1643. Fernandes Vieira e Andr Vidal de Negreiros. Horrores historicos.
CAPITULO IV
A pastoral do bispo de Braga e a emigrao. A Beneficente e a Caixa de Soccorros de D. Pedro V. Prescripes hygienicas. Consideraes do advogado do consulado no Rio de Janeiro. A commisso da emigrao e os raciocinios estramboticos do auctor do Brazil a respeito dos crimes em Portugal. Os crimes no Brazil. Os nossos raciocinios. Affluencia de capitaes do Brazil nas praas portuguezas.
CAPITULO V
Os relatorios dos consules e a emigrao. Um pedido imprensa. A colonisao no Brazil e a lei do trabalho de 11 de outubro de 1837. Contractos de locao de servio. Sevicias dos fazendeiros contra os escravos brancos. Ainda a febre amarella e a imprensa. Roceiros, engajadores e armadores de navios. A lei portugueza de 20 de julho de 1855 e a emigrao clandestina. A diplomacia envolvida no assumpto. O regulamento brazileiro de 1 de maio de 1858. Intrigas diplomatas. Servios do conde de Thomar, nosso embaixador na crte do Rio de Janeiro. O sr. Jos de Vasconcellos e as evasivas do governo brazileiro, a respeito da conveno sobre a emigrao e propriedade litteraria.
CAPITULO VI
Ainda as questes do Par. Os pasquins de c e os pasquins de l. As Farpas e a Tribuna. Lo Spirito Folletto e o Punch. Desforos da Tribuna. A popularidade da Tribuna. Pasquins brazileiros.
CAPITULO VII
Melindres historicos. A corveta Sagres no Par. Uma boa recepo! As proclamaes da Tribuna. Os telegrammas da Agencia Americana. Os officiaes da Sagres e o capito Marcelino Nery. Recompensa do governo brazileiro ao insultador dos portuguezes. Os factos perante os nossos excessos. Uma carta de alm tumulo.
CAPITULO VIII
O julgamento dos assassinos dos portuguezes em Jurupary. O tribunal da primeira instancia em Chaves e o da Relao no Par. Desenlace providencial contra decises horrorosas dos tribunaes brazileiros. Processo contra Marcelino Nery. Pasquins da Tribuna antes e depois da condemnao. Novos pasquins em 1876 chamando s armas contra os portuguezes. O clero accusado de cumplice dos pasquineiros. Um portuguez condemnado irrisoriamente por um tribunal da primeira instancia e absolvido depois pela Relao no Par. A diplomacia portugueza e a condemnao morte de um portuguez na Bahia. Um benemerito defensor do portuguez.